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🇧🇷 Daqui de casa

USP junta VR, olhar e EEG para caçar declínio cognitivo cedo

No ICMC-USP, pesquisa combina realidade virtual, rastreamento ocular e EEG com IA interpretável para apoiar a detecção de comprometimento cognitivo leve.

O que rolou

No ICMC-USP (São Carlos), o pós-doutorado de Roberto Douglas Guimarães de Aquino (supervisor Alexandre Delbem, ciaGsaúde/FAPESP) desenvolve uma plataforma que combina realidade virtual, rastreamento ocular e EEG. A IA — com modelos interpretáveis — cruza os dados e gera um relatório para o neurologista.

Os detalhes

O alvo é o comprometimento cognitivo leve (CCL): a estimativa citada é de 15–20% dos maiores de 65 anos com CCL, e metade desse grupo pode evoluir para demência em até 5 anos. Depois das validações clínicas, software, algoritmos e datasets anonimizados devem ir a código aberto no GitHub.

Aviso

Ferramenta em desenvolvimento para apoiar o médico — não substitui exame clínico nem dá diagnóstico automático.

Resumo original do Rolou na IA a partir de Época Negócios / Agência FAPESP.

Fontes

Este texto é um resumo original do Rolou na IA. Citações curtas aparecem entre aspas, com crédito. Para a íntegra, acesse as fontes. Achou um erro? Fale com a gente.

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