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Funcionários da DeepMind pressionam para sair de acordos que os proíbem de criticar o Google
Segundo o Washington Post, eles dizem que os contratos os impedem de alertar o público sobre riscos da IA.
O que rolou
Segundo o Washington Post (03/11), pessoas da divisão de IA do Google pressionam a direção para liberá-las de acordos de não-depreciação que proíbem, por tempo indeterminado, criticar a empresa. (Washington Post)
Os detalhes
O argumento dos funcionários é que esses contratos os impedem de alertar o público sobre os riscos da tecnologia que ajudam a desenvolver.
E aí?
Reabre o debate sobre o “direito de alertar” em laboratórios de ponta, o mesmo tipo de cláusula que gerou crise na OpenAI em 2024.
Resumo original do Rolou na IA a partir de reportagem do Washington Post.
Fontes
- Washington Postfonte primária
Este texto é um resumo original do Rolou na IA. Citações curtas aparecem entre aspas, com crédito. Para a íntegra, acesse as fontes. Achou um erro? Fale com a gente.
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